Sem tempo, pensando em olhos secos, em dedos que já não estão. Com a marca fincada pelo esquecimento, pelo alma quebrada, pela nostalgia de tua primavera. Saber, saber, que teus pés não usarão meus pantuflas; querida, temo que tua voz se apague em minha mente. As recordações me fazem seguir, devo chamar… ao menos a tua porta.
Que faço, o tiembre está tampado, a porta é invicible, o tempo demoliu até os alicerces, de minha recordação. Dizem que é o último que se perde, a esperança, mas… quem a tem.